Sorriso
O medo que mão que te acalanta,
De ruir mentalidades que afugentam,
O sereno social que já se garanta,
De lembrar palavras que se ligam.
Sorriso frenético vozes seladas,
Palavras sensatas que alforje,
Dedicava a vida a ser monge,
De ria e de rima que gemadas.
O épico perdão que antagoniza,
De membra como quem frisa,
De lembrar a doce agonia.
Sorriso que me doei alegria,
De roupas novas tangentes,
De rimar a aresta das gentes.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 23/12/2019
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