O servo
Nada me apresentes sem edificar,
Mesmo os senis sentidos, que luar,
Como fosse um quadrupede muar,
De coração e de pazes ficar.
O servo que tudo se coaduna,
Como o vero crisol que aduna,
De asneiras e de suas palavras,
Assim o amor que o ser arda, faras.
O servo que um dia se fez sentimento,
Como o amor que se perdoa retamente,
Peço amor como ser que igualmente.
A palavra que o tudo se ramifica,
Mesmo assim como o que fica,
Pelo amor que tudo se ferimento.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 16/12/2019
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