O coração da abelha
Dádivas que e mostram salutares,
O amor os quaisquer que calares,
O amor e o ardor que tu os fares,
E sono sincero que não acham ares.
A abelha retumba a tua compaixão,
A vespa continua em sua dimensão,
O perdão que te contagia em remissão,
Falar a ela como um amor em unção.
A picada. O fim daquela doce abelhinha,
Para se defender dispêndio uma rinha,
E ela morreu defendendo a colmeia.
E como fosse o acaso que se semeia,
Ela ia de planta a planta, lugar a lugar,
Sem serpentina haveria que o mudar.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 03/12/2019
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