Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

O cachorro
Este cachorrinho era um talento charmoso, ele se chamava Falésia. Ia todos os dias correr com o dono, chamava-se Áureo, o homem bom. O cachorro era bom, tinha um coração nobre e queria sempre passear com o seu dono. O amor que não se compara era lindo, de Áureo por ele, chamado de o cachorro fiel e ele o dono fiel por serem muitos próximos e se amarem como dono e cão fiel. Os sentimentos que norteiam as sementes de fé brotadas no alicerce do amor, o cão era muito bem querido pelo dono, e o amor como aresta do viver era momento por saber que eles se mereciam. Sendo amar nobre e viver também o sabor da alegria eram evidentes que os corações dos dois eram versos do viver e de se amar mutuamente. O dono da felicidade canina era Áureo. O amor de se viver com alegria e um novo poente era a chama da felicidade deles ambos que se davam bem.
Falésia mostrava a certeza de ser feliz como criatura e Áureo era um bom dono com o belo animal e cercavam-se muitos amigos e amigas em torno deles dois. Áureo era um homem honesto e bem querido pela comunidade piauiense e tratava a todos com esmero carinho e ternura. Um dia faleceu o dono, com infarto do miocárdio, e o cachorro ficou sozinho e triste, permanecendo o tempo inteiro ao lado do dono enterrado e não mais abandonou o túmulo até que um dia Falésia também morreu e partiu ao encontro do dono, como almas cálidas que combatem bom combate e se dedicam a amar e se perdoar. Falésia era um cachorro experto com a sagacidade de um tigre e um coração de leão, com nobre altivez. O vento que levou os corações dos dois para outro mundo era felizes, e os sedentos, de uma eternidade, inabaláveis e contrições enormes.  
O animal tinha um dom: curar feridas pelo toque da língua. E foi muito bem recebido na comunidade, depois da morte do dono. E o coração dele somente falava o querer de uma nobre função, ajudar aos homens. Teve um filhote com o mesmo dom dele e era feliz. Falésia era muito tímido, apesar de corajoso e valente, e demonstrava muito amor ao seu dono primeiro, mas não teve mais nenhum depois da partida dele. No cemitério diziam se que o dono de Falésia era um santo porque fizera o bem o tempo inteiro de sua existência, e merecia o céu depois de sua partida. Falésia era um cachorrinho dócil e temente ao dono, tendo uma vertente inabalável de ser sempre do bem, mostrava um semblante divino de caridade e de celestial bondade. Áureo era um dono bom, apesar da fama de ser um se bom era linda e levava alegria a todos os lugares. A docilidade deste homem era linda, combatendo as coisas ruins com amor e perdão e a compaixão em uma dedicação voltada para a paz singular deste homem bom. E deixou um rico dinheiro para a família que colocou tudo numa empresa para cachorros viverem e serem felizes.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 28/06/2019
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