Nuvens
Como nuvens no luar, o verso quer também amar. Somos levados como nosso amigo Alencar a apaixonar-se por Helena, mulher de trinta e poucos anos. Os dois se conheceram no metrô em uma quarta feira, depois do cinema quando saíram da mesma sala de cinema que estavam os dois na mesma sala. Eles começaram a conversar do ocaso e assim surgiu essa paixão linda. Helena ficou com ele por dois meses e decidiram morar juntos. Depois de quatro meses decidiram casar e ter dois filhos. Assim tudo certo.
Jamais brigaram em todo o tempo que estiveram e juntos, e eram muito felizes, cheios de alegria e fé em Deus. Ao dar a luz ao primeiro filho, a alegria entrou na casa dos Assunção, nome do sobrenome do casal, e eram felizes. O filho foi batizado com dois anos e a festa chegou e na casa deles. Mais ainda ela teve mais uma menina e um menino, e a alegria contagiou os papais.
O bem que eles sentiam era semelhante a um grande amor, que não terminaria naquela vida, mas iriam para as nuvens, com os dois lindos ambos juntos. O amor que sentiam era vitalidade de um sentimento e bom e nobre, digno e reto com gratulações de amarem um ao outro.
Ao amor que sentíamos pelo próximo deve ser igual a esse casal, pois demonstram o verdadeiro caráter de faces moldadas pelo bem, para o bem e com o bem. Simplesmente o amor que se tem é vertido em razões de sumo bem e a certeza de ser feliz assim, devotamente é certa e correta. Parece estória mas existem casais que se amam assim, a vida inteira, um pelo outro, e dedicam o tempo aos filhos como nutridos o amor que Jesus ensina, o homem e mulher são uma só carne e formam um único corpo e uma só alma e um deve obediência ao outro, conforme a bíblia sagrada.
As faces da alegria e sentir-se bem é o carinho existente entre homem e mulher, esposo e esposa, no recôndito de suas alegrias e de suas boas pazes. Sendo que o sentimento de paz se gera quando o casal se dá bem, e a alegria entra na casa que habita o perdão continuo e a vida se torna não um fardo, mas uma energia forte e de bem vitalício. O bem que fazemos mostra que esse casal está unido pelo amor verdadeiro e pela flamula da fé inabalável cheia de certezas e bases sedimentadas no caráter da fé cristão. Como alicerces de fé inabaláveis dentro do carisma da felicidade entre o perdão o amor gera a paz que nos dá o alimento da paz celestial, a vida eterna. O ato de estarmos nas nuvens gera-se uma realidade certa quando se remete a assuntos do céu e da esperança na vida eterna, como ancoras de pazes celestes, levando assim o casal daqui um futuro consolador e na esperança de se querer o bem um ao outro e a fé que não cessa não se acaba.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 14/06/2019